domingo, 17 de fevereiro de 2013

           Então... fizemos a troca, mesmo. A vermelhinha ficou e a azulzinha entrou na minha vida em 13 de fevereiro de 2013 (uau, ainda não havia percebido essa coincidência nos números: duplo 13).



          Irei postando as fotos dos passeios com ela.



terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Sahara, obrigada por tudo!




             Amanhã, 13/02, provavelmente estarei me separando da minha vermelhinha.  Ficamos um ano juntas, mas esperei, esperei e não cresci. Rebaixei a moto e os meus pezinhos seguiram tentando alcançar o chão, sem muito sucesso. Comprei botas com solado alto e troquei o banco para o original; ajudou um pouco mais, mas estacionamento e manobras em pequenos espaços só com a ajuda do Dragão.
           Sou enfermeira e sei o quanto se pode sofrer após um acidente de moto. Não quero ser mais uma nas estatísticas e, por esse motivo, vamos reduzir a altura, mas só a altura, não a felicidade de pilotar uma moto e andar por essas estradas com amigos maravilhosos que conquistei ao longo desses últimos anos.
             Foi pouco tempo, mas valeu, SAHARA!

* Ocorrendo a troca, mostrarei a nova queridinha da casa.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Férias chegando, :)

Em breve retorno com os passeios mais frequentes na minha linda sahara, vermelhinha de fé. Não vou longe geograficamente, mas cada minuto na estrada permite uma sensação maravilhosa de liberdade.

Postarei fotos. Meu parceiro de vida, de estrada, de sonhos, me acompanhará nos passeios, tornando os dias ainda mais gostosos. Isso é o esperado dos dias de férias e vou aproveitar ao máximo.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Então...

o mundo não acabou dia 21/12/2012. Será que os Maias estavam mesmo errados?
O país está vivendo temperaturas em torno de 11ºC acima do normal para a época; a cada feriado morrem mais e mais pessoas; tornou-se necessário probir a venda de bebida alcoólica em formaturas do ensino fundamental porque os jovens estavam caindo bêbados antes mesmo de a festa "começar"; a Dilma não conseguiu fechar o orçamento para o ano que vem...
O mundo acaba a cada dia, mas renasce com as pessoas de bem que tentam fazer com que as coisas aconteçam, independente de todos os "senões".
Hoje entrei em férias por 3 dias. Vou tentar sair aos lugares que normalmente não vou e depois retorno.
Contarei as novidades.

sábado, 15 de dezembro de 2012

21 de dezembro de 2012: o dia do fim do mundo???

     Tenho uma vida profissional na área da saúde. Frequentemente me deparo com pessoas que se separam de seus corpos físicos. O corpo é enterrado, incinerado. Acredito que exista alma. Se existe alma, não morremos, seguimos em uma outra dimensão. O corpo fica, se enterrado apodrece, serve de alimento a outros seres que desejam sobreviver.
     Quando comecei a ler sobre o fim do mundo, muitas ideias me vieram, muitas interpretações surgiram. A que achei mais original foi: espero que seja, realmente, o fim desse mundo. Um mundo com pessoas usuárias de drogas, com mulheres vendendo o corpo a quem quer que seja por comida, por ignorância, por falta de perspectivas, por desconhecimento de outras potencialidades, com políticos corruptos que compram votos, ingressam na vida política com o objetivo principal de se dar bem (se dar bem às custas do sofrimento dos outros?), com crianças passando fome, com crianças sendo abusadas/estupradas, com doenças incuráveis, com guerras onde homens matam homens deixando famílias desassistidas, com a discrepância de posses entre ricos e pobres, com jovens sem expectativas e vivendo de forma alienada. Enfim, listar serve apenas para ilustrar.
     Se é esse o mundo que vai acabar, que acabe, mesmo. Mas há outros olhares sobre o fim do mundo, ou um olhar que aborda essa mudança com uma visão diferenciada, onde a Era de Aquário nos remete a novas experiências http://www.jluciano.eti.br/profecias/espirita.htm, http://www.mundoespirita.com.br/antigo/jornal/jornal98/divaldo_pereira_franco.htm, entre tantos outros. 
     Se o fim do mundo for real, deixo na web um abraço a todos aqueles que estiverem lendo essas minhas palavras.
     Grande abraço (em 15/12/2012)



Marise
  


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Escolhas de cada um

A vida no permite horas, dias, meses, anos. Cada um tem seu tempo conforme seu merecimento. Nada é em vão.
Quando tomamos consciência desse ganho podemos fazer as nossas escolhas. São as escolhas de cada um que definirão a qualidade de vida que se terá.
Sempre há tempo para buscar um novo caminho (ou não!) e isso é um grande barato.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

2011

De volta, depois de 1 ano inativa. Inativa no blog, mas com muito trabalho, atividades e passeios realizados ao longo de 2010.
Volto trazendo uma imagem da praia do Cassino, numa bela manhã de fevereiro de 2011. Praia ainda deserta, com poucos "habitantes" humanos, aos quais se somarão centenas, milhares de banhistas, ciclistas, andarilhos, etc.
Muita história ainda tenho para contar, muitas fotos a postar. Aguardem...

domingo, 4 de janeiro de 2009

AMOR - O INTERMINÁVEL APRENDIZADO

Criança, ele pensava: amor, coisa que os adultos sabem. Via-os aos pares namorando nos portões enluarados se entrebuscando numa aflição feliz de mãos na folhagem das anáguas. Via-os noivos se comprometendo à luz da sala ante a família, ante as mobílias; via-os casados, um ancorado no corpo do outro, e pensava: amor, coisa-para-depois, um depois-adulto- aprendizado. Se enganava.

Se enganava porque o aprendizado de amor não tem começo nem é privilégio aos adultos reservado. Sim, o amor é um interminável aprendizado.

Por isto se enganava enquanto olhava com os colegas, de dentro dos arbustos do jardim, os casais que nos portões se amavam. Sim, se pesquisavam numa prospecção de veios e grutas, num desdobramento de noturnos mapas seguindo o astrolábio dos luares, mas nem por isto se encontravam. E quando algum amante desaparecia ou se afastava, não era porque estava saciado. Isto aprenderia depois. É que fora buscar outro amor, a busca recomeçara, pois a fome de amor não sabia nunca, como ali já não se saciara.

De fato, reparando nos vizinhos, podia observar. Mesmo os casados, atrás da aparente tranqüilidade, continuavam inquietos. Alguns eram mais indiscretos. A vizinha casada deu para namorar. Aquele que era um crente fiel, sempre na igreja, um dia jogou tudo para cima e amigou-se com uma jovem. E a mulher que morava em frente da farmácia, tão doméstica e feliz, de repente fugiu com um boêmio, largando marido e filhos.

Então, constatou, de novo se enganara. Os adultos, mesmo os casados, embora pareçam um porto onde as naus já atracaram, os adultos, mesmo os casados, que parecem arbustos cujas raízes já se entrançaram, eles também não sabem, estão no meio da viagem, e só eles sabem quantas tempestades enfrentaram e quantas vezes naufragaram.

Depois de folhear um, dez, centenas de corpos avulsos tentando o amor verbalizar, entrou numa biblioteca. Ali estavam as grandes paixões. Os poetas e novelistas deveriam saber das coisas. Julietas se debruçavam apunhaladas sobre o corpo morto dos Romeus, Tristãos e Isoldas tomavam o filtro do amor e ficavam condenados à traição daqueles que mais amavam e sem poderem realizar o amor.

O amor se procurava.
E se encontrando, desesperava, se afastava, desencontrava.

Então, pensou: há o amor, há o desejo e há a paixão.
O desejo é assim: quer imediata e pronta realização. É indistinto. Por alguém que, de repente, se ilumina nas taças de uma festa, por alguém que de repente dobra a perna de uma maneira irresistivelmente feminina.
Já a paixão é outra coisa. O desejo não é nada pessoal. A paixão é um vendaval. Funde um no outro, é egoísta e, em muitos casos, fatal.

O amor soma desejo e paixão, é a arte das artes, é arte final.

Mas reparou: amor às vezes coincide com a paixão, às vezes não.

Amor às vezes coincide com o desejo, às vezes não.

Amor às vezes coincide com o casamento, às vezes não.

E mais complicado ainda: amor às vezes coincide com o amor, às vezes não. Absurdo. Como pode o amor não coincidir consigo mesmo?

Adolescente amava de um jeito. Adulto amava melhormente de outro. Quando viesse a velhice, como amaria finalmente? Há um amor dos vinte, um amor dos cinqüenta e outro dos oitenta? Coisa de demente.

Não era só a estória e as estórias do seu amor. Na história universal do amor, amou-se sempre diferentemente, embora parecesse ser sempre o mesmo amor de antigamente.

Estava sempre perplexo. Olhava para os outros, olhava para si mesmo ensimesmado.

Não havia jeito. O amor era o mesmo e sempre diferenciado.

O amor se aprendia sempre, mas do amor não terminava nunca o aprendizado.

Optou por aceitar a sua ignorância.

Em matéria de amor, escolar, era um repetente conformado.
E na escola do amor declarou-se eternamente matriculado.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Seja bem vindo!

A proposta de criação deste blog surgiu a partir da disciplina "Apropriação Digital", no curso de formação de professores que atuam em PROEJA (Educação Profissional para Jovens e Adultos).

Este blog vai receber dicas e informações de saúde, como proposta inicial.

Participe, sugira!

Tia Ma